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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Anorexia Espiritual

Há presentemente, conforme profetizado nas Escrituras, uma repulsa quase generalizada pela Palavra de Eterno, como se vê por exemplo em 2 Tim 4.3.
Não há nada surpreendente nisto, uma vez que sendo dias de apostasia, como também profetizado nas Escrituras, haveria consequentemente esta falta de apetite pelas coisas do Eterno, uma vez que o que tem imperado é a iniquidade que se tem multiplicado, ou seja, a repulsa a ter o comportamento ditado por regras e mandamentos, e sendo a observância dos mesmos uma parte integrante da vida, não é de se admirar que até mesmo entre aqueles que professam ser conhecedores das Escrituras, seja encontrada esta resistência ao cumprimento da Palavra do Eterno.
Quando é tão claramente afirmada a importância de se guardar as ordenanças do Eterno nas Escrituras:
“A circuncisão, em si, não é nada; a incircuncisão também nada é, mas o que vale é guardar as ordenanças do Eterno.” (1 Co 7:19)
“Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele.” (João 14:21)
“Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade.” (1 Jo 2:4)
Nosso Salvador afirma que bem-aventurados são aqueles que têm fome e sede de justiça, Mt 5.6; porém não adianta apresentar a Palavra do Eterno ao anoréxico espiritual, assim como não adianta oferecer comida material à pessoa que sofre de inapetência, uma vez que não será pelo simples fato de se indicar a necessidade que tem de se alimentar da Palavra do Eterno para que seja saudável espiritualmente, que ele poderá fazê-lo, porque o problema com a anorexia não é a falta de alimento disponível, mas a inapetência que se sente.
O trabalho deve ser feito então, primeiro na mente, na fonte dos desejos, que deve ser renovada pelo poder do Eterno.

A aversão pela comida e pela bebida deve ser removida para que a pessoa possa se alimentar adequadamente, por ter fome e sede da justiça do evangelho, que é sobretudo, o desejo da comunhão com o próprio Salvador, que é esta justiça.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

PARA ADORAR AO ETERNO NÃO PRECISA MAIS IR PARA UMA IGREJA.



Os religiosos tem um conceito muito superficial sobre viver para glorificar o Eterno, toda conversão para uma religião ocorre da seguinte maneira.
Em um dado momento da vida da pessoa, depois de viver uma vida totalmente desconectada do Eterno, vivendo na idolatria, nos vícios, e em muitas atividades erradas que lhe atraíram doenças e outros males o indivíduo sente a urgência de se voltar para o Eterno.
igrejas-da-prosperidadeAs religiões tem neste caso um leque de opções para fazer de tal pessoa sua presa, e como se as igrejas hoje fossem uma feira pública cada uma oferecendo uma saída e uma solução para o problema da Pessoa, cura, libertação, prosperidade e outras ofertas. Isto se chama lei da oferta e procura.
besta do apocalipse 17 copyEsta imagem acima é perfeita para ilustrar a situação atual  do que o corre com as igrejas, é interessante notar como a concorrência para atrair este rebanho tem aumentado e como eles tem brigado entre si, sabendo que o reino do Eterno jamais poderia estar dividido.
cce01d83f835ebe1ab32c36ae5c5e4a0Mas como trazer todo este povo sedento pelo Eterno de volta a comunhão com ele sem que precise passar pela mão destes mercenários, lembrando que estes caras são apenas protótipos das milhares de denominações e religiões e seitas que proliferam no Brasil.
temploetMas é curioso notar que o Messias foi crucificado e morto e julgado por uma elite religiosa e política que via ele como uma ameaça ao sistema vigente, ainda que alguns distorçam tudo o que o Messias falou.
manterO Messias acabou com o conceito vulgar de templo, ele já havia mostrado que o templo não tinha valor nenhum, que o Eterno não habita em templos feito por mãos de homens, afirmou que os apóstolos não deviam admirar a beleza do templo porque não sobraria pedra sobre pedra dele.
templo
Falou para Samaritana que o verdadeiros adoradores adorariam ao pai em espírito e em verdade e não mais em nenhum lugar específico. Mas é simples perceber que a religião atual voltou a edificar novamente tudo aquilo que o Salvador condenou, como idolatria ao templo, comércio no templo e escravizar as pessoas através de uma religião.
veutemplo copy
Há uma saída para esta encruzilhada, porque percebemos que muitos não tem imaginação nenhuma para responder perguntas simples.
Onde eu vou adorar se não for ao templo? Onde vou achar cura, libertação,prosperidade? Como vou glorificar aEterno sem um templo? Como vou adorar aEterno sem templo? Onde vou celebrar a ceia sem templo? Mas a palavra  não diz que não posse deixar de congregar ? para quem vou entregar dízimos e ofertas ?
Todas estas coisas citadas  e estas dúvidas revela um falta de revelação dEterno, e que as pessoas são escravas de seitas e religiões, e não entenderam nada do que o Messias falou, eu indico a leitura do livro a seguir: A nova teologia Simplificada
Mas de forma pratica a pessoa só pode glorificar aEterno quando nas suas atitudes, e na sua vida ela mantém um diálogo com o pai,quando aprende que ela é o templo e que a presença dEterno deve estar com ela para onde quer que ela vá, que dízimos e oferta era para ser usado para ajudar o próximo e não construir templos enquanto muitos morrem de fome,  que a prosperidade vem quando repartimos o pão com quem passa fome,que a ceia era celebrada não apenas no templo mas também em casa, Cite qual milagre Jesus realizou dentro de um templo ? Congregar é se reunir entre duas ou mais pessoas para compartilhar, hoje isto é possível fazer até pela internet.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

A CHEGADA DO “FILHO DE DEUS” UM 25 DE DEZEMBRO


No século II de nossa era, os cristãos só comemoraram a Páscoa de Ressurreição e seu mistério, já que consideravam irrelevante o momento do nascimento de Jesus e, ademais, desconheciam absolutamente quando pode ter acontecido.

Durante o século seguinte, ao começar a aflorar o desejo de celebrar o natalício de Jesus de uma forma clara e diferenciada, alguns teólogos, baseando se nos textos dos Evangelhos, propuseram datar em datas tão distintas como o 6 e 10 de janeiro, o 25 de março, o 15 e 20 de abril, o 20 de maio y algumas outras. O sábio Clemente de Alexandria (150-215) no quis ficar à margem da polêmica e postulo o dia 25 de maio. O papa Fabian (236-250) decidiu cortar tanta especulação e qualificou de sacrílegos a quem intentaram determinar a data do nascimento do nazareno.

A pesar da disparidade de datas apontadas, todos coincidiram em pensar que o solstício de inverno era a data menos provável si se atendia ao dito por Lucas em seu evangelho: «Havia na região uns pastores que prenotavam ao raso, e de noite se tornavam velando sobre o rebanho. “Se apresento um anjo do Senhor, e a gloria do Senhor os envolvia com sua luz…» (Lc 2,8-14)

Si os pastores dormiam ao raso cuidando de seus rebanhos, para que o relato de Lucas fosse certo e o coerente devia referir se a uma noite de primavera – e as datas posteriores ao dia 21 de março, equinócio primaveral e inicio da esta estação -, já que ao final de dezembro, na zona de Belém, imaginando o excessivo frio e as, todavia abundantes chuvas invernais impediam qualquer possibilidade de pernoitar ao raso com o gado.

Forçando a cena relatada por Lucas até o limite da sutileza, outras Igrejas cristãs aléias à católica -como a Igreja armênia- fizeram a comemoração do Natal no dia 6 de janeiro já que, segundo suas deduções, embora não é possível situar o relato de Lucas na estação mais fria e chuvosa do ano nas terras de Judea, si pode ser crível situando o nascimento de Jesus um pouco mais tarde, em janeiro e no Oriente Médio, um tempo e um lugar onde é muito provável a existência de céus noturnos claros e sim borrascas, embora ainda faça frio, isso sim. Com o mesmo argumento, em outras Igrejas orientais, egípcias, gregas e etíopes propuseram fixar o natalício no dia 8 de janeiro. Eutiquio, patriarca de Alexandria, no século X ainda defendia esta data como a única verdadeira.

Se baseando também em Lucas, a Igreja oriental empregou outro argumento ainda mais peculiar para defender a data de 6 de janeiro. Pegando a afirmação de Lucas quando escreveu que «Jesus, ao começar, tinha uns trinta anos» (Lc 3,23), deduziram, de alguma maneira sem duvida milagrosa, que Jesus morreu quando tinha «exatamente» trinta anos, contados estes desde o dia de sua concepção, e dado que a data da crucifixão a haviam fixado o 6 de abril (¡¿?!), só tiveram que acrescentar os nove meses exatos de gestação para chegar até o tão celebrado 6 de janeiro.

Deixando à margem a via para calcular tão precisado dia, o certo é que a data do 6 u 8 de janeiro -a primeira que a cristandade celebrou- tinha muito sentido já que, na Alexandria egípcia (berço de aspetos fundamentais da doutrina cristã), se festejava com toda pompa o festival de Core «a Donzela» -identificada com a deusa Isis – e o nascimento de seu novo Aion, que era uma personificação sincrética de Osíris.

São Epifanio, se referindo ao festival de Core, escreveu em Penarion 51: «a véspera daquele dia era costume passar a noite cantando e atendendo as imagens dos deuses. Ao amanhecer se descendia a uma cripta e se sacava uma imagem de madeira, que tinha o signo de uma cruz e uma estrela de ouro marcada nas mãos, joelhos e cabeça. “Levava-se em procissão, e logo se devolvia à cripta; se disse que isso se fazia porque a Donzela havia alumbrado ao Aion.»

Entrado já o século IV, quando já se havia concluído o substancial do processo de traspasse de mitos desde os deuses solares jovens pré-cristãos para a figura de Jesus – Cristo, se decidiu fixar uma data concreta -e acorde a sua nova concepção mítica- para o natalício de Jesus. Dado que ao judio Jesus histórico se lhe havia adjudicado toda a carga lendária que caracterizava o seu máximo competidor de esses dias, o deus Mitra, o lógico foi lhe fazer nascer ó mesmo dia em que se celebrava a chegada de esse jovem deus.

A mais, cabe recordar que a figura de Jesus não foi oficialmente declarada como consubstancial com Deus até o ano 325, quando o imperador Constantino convocou o concilio de Nice e ordenou a todos os bispos assistentes que acatassem o então muito discutido e discutível dogma de que o Pai e o filho compartiam a mesma substancia divina

De esta forma, entre os anos 354 e 360, durante o pontificado de Liberio (352-366), se tomou por data imutável a da noite do dia 24 ao 25 de dezembro, dia em que os romanos celebravam o Natalis Solis Invicti, o nascimento do Sol Invencível -um culto muito popular e ao que os cristãos no haviam podido vencer o proscrever até então- e, claro está, a mesma data na que todos os povos contemporâneos festejavam a chegada do solstício de inverno.

Segundo alguns autores, a eleição do dia 25 de dezembro -feito que situem no ano 345, baixo o papa Julio I- teve uma influencia decisiva, Juan Crisóstomo, (do que sabemos que defendeu esta data, frente ao do dia 6 de janeiro, em, ao menos, escritos do ano 375) e Gregório Nacianceno -um de os três padres capadocios que elaboraram a doutrina trinitária clássica a finais del século IV -, porem o mais plausível é que ambos personagens no intervieram na datação do natalício embora si atuassem como ferventes defensores do 25 de dezembro a posterior.

Em qualquer caso, São Agustín (354-430) si, devia ter muito claro a verdadeira origem do Natal católico, sobreposto ao Natalis Solis Invicti, quando exortou aos crentes a que esse dia no o dedicassem «ao Sol, si não ao Criador do Sol».

Com a instauração do Natal também se recuperou em ocidente a celebração dos aniversários, embora as paróquias européias no começassem a registrar as datas de nascimento de seus paroquianos até o século XII.

A pesar de haver se fixado já como imutável a data do dia 25 de dezembro – o por essa mesma razão-, as especulações em torno ao natalício de Jesus prosseguiram durante muitos séculos depois. O papa Juan I (523-526) decidiu averiguar a verdade, lhe encargo uma investigação ao monge Dionysius Exiguus (Dionísio o Pequeno) que, trás um curioso processo de razoamento concluiu que o ano da Encarnação havia sido o ano 754 da fundação de Roma, e que a Encarnação mesma havia tido lugar o dia 25 de março e o nascimento o dia 25 de dezembro, isso
é depois de uma gestação matematicamente exata de nove meses.

A peculiar datação de Dionísio o Pequeno também deixo em herança outra data famosa, a de os 33 anos de Jesus no momento de ser crucificado, porem hoje já está bem demonstrado que os cálculos do monge romano foram errados até no mais evidente e que Jesus tinha entre 41 e 45 anos quando foi executado.


No século XVI, um erudito como José Scaligero ainda se ocupou do assunto e afirmou que Jesus havia nascido o final de setembro o princípios de outubro. Mais prudente, o grande sábio e teólogo Bynaeus (1654-1698), depois de analisar todo o escrito ao respeito, concluiu que «posto que a Escritura cale sobre isto cale também nos». A data do dia 25 de dezembro, fixada ao final do século IV, já era inamovível para a orbe católico (ainda não fosse acertada pelas Igrejas cristãs orientais que seguem celebrando o natalício de Jesus no dia 6 de janeiro).

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

A MÁFIA EVANGÉLICA BRASILEIRA ELA EXISTE ?

Nunca ninguém imaginou que a igreja evangélica no Brasil poderia se transformar numa máfia. E você perguntaria o que é uma máfia ?
 “Qualquer associação ou organização que, à maneira da Máfia siciliana, usa métodos inescrupulosos para fazer prevalecer seus interesses ou para controlar uma atividade.
 Inicialmente a igreja evangélica brasileira não tinha nenhum vínculo com a política, na verdade a mera possibilidade de colocar um político dentro de uma igreja para negociar interesses partidários era uma blasfêmia, era  profanar o altar, quem conhece a igreja muitos anos atrás sabe disto.
Porque cresce tanto as igrejas evangélicas :Ministérios se dividem, Racham, por brigas internas, corrupção e pecados, gerando outras divisas, aumentando facções.


Mas principalmente com a aparição da Igreja universal do Reino de Deus, muita coisa começou a mudar na igreja evangélica, e foram surgindo membros, depois pastores e outros lideres ligados as denominações que foram se infiltrando na política e obtendo favores em troca de votos.
Isto porque muitos pastores queriam terminar seu templo ou queria cadeiras para sua igreja local ou outros favores, o que conhecemos hoje pelo nome de propina.

Não demorou muito e foram surgindo pastores e pessoas de grande nome  no meio evangélico que foram aos poucos se candidatando e procurando convencer seus membros de que se a igreja não colocasse representantes na política seriam perseguidos, que as igrejas seriam fechadas e outros blá blá blá.

Começou então a lavagem de dinheiro, saída de dinheiro de dízimos e ofertas para financiar campanhas políticas e outras transações cabeludas envolvendo até corrupção com verba pública como foi o caso do escândalo da sanguessugas. Veja a Matéria

Fonte aqui… Rápido antes que apaguem…
A coisa está muito séria hoje, as igrejas se tornaram verdadeiros palanques em época de eleição e grandes nomes que se dizem representante do povo evangélico, não passam de coronéis  que dizem ao povo em quem devem votar.

Eles tem grande influência sobre o gado que se acostumou comer capim e comida espiritual de péssima qualidade, como a doutrina abominável da prosperidade que surrupia milhões e transferem renda para a grandes denominações que está atolada na política, possuem poder através das grandes mídias como rádios, televisão,jornais e internet.

A máfia religiosa está erguida, na política eles passaram a criar leis para impor suas doutrinas e privilégios a pastores e a toda uma hierarquia religiosa. isto é muito sério e de dar medo!
Basta ver as falas de Silas Malafaia quando disse que quem mexe com ungido do senhor não fica vivo, e que já viu pessoas morrer por bater de frente com pastor.

Muitos agora estão chamando a Igreja evangélica brasileira, cristãos sinceros, a sair desta máfia ou de financia-la, sair de qualquer denominação que tem vínculos com política, que preguem qualquer rastro de doutrina da prosperidade.
Não sustentem mais este sistema religioso caído, vocês estão alimentando algo que irá se virar contra vocês mesmos no futuro.



Sanguessugas: evangélicos levaram 58% da propina; 10 dos 23 implicados são da Igreja Universal do Reino de Deus

Se aquele estranho deus deles fosse mesmo o caminho, eles seriam o pedágio, conforme antiga piada. Mais dia, menos dia, os picaretas da fé terão de responder ao menos ao Fisco. Estão entranhados no Estado, dominam redes de TV e rádio e vão se constituindo num núcleo de impressionante poder político. A CPI dos Sanguessugas revela parte de seu método. Por Letícia Sander e Ranier Bragon, na Folha: “Integrantes da bancada evangélica do Congresso receberam 58% do total da propina repassada a parlamentares pela máfia das ambulâncias, aponta o relatório da CPI dos Sanguessugas aprovado anteontem. Dos 66 congressistas ligados a igrejas evangélicas tradicionais ou neopentecostais, 23 – mais de um terço da bancada – estão envolvidos nas irregularidades e tiveram a cassação de seus mandatos sugerida. Juntos, receberam ao menos R$ 5,3 milhões dos cerca de R$ 9 milhões que a família Vedoin afirma ter pago como ‘comissão’” pelo direcionamento de emendas. Dos 23 congressistas, 10 são ligados à Igreja Universal do Reino de Deus, e nove, à Assembléia de Deus. Nos depoimentos à Justiça Federal e à CPI, Darci e Luiz Vedoin, os donos da Planam, mostram que a bancada dos evangélicos esteve na origem da máfia. Eleito com o apoio da bancada Batista, Lino Rossi (PP-MT) teria sido, segundo eles, o primeiro parlamentar a fazer contato com a Planam. ‘Na origem do caso, há dois deputados da base evangélica. É natural que eles chamassem para o esquema aqueles colegas com quem tinham mais contato’, disse Walter Pinheiro (PT-BA), da Igreja Batista. Além de Rossi, Pinheiro se refere a Carlos Rodrigues (sem partido-RJ), que era da Universal.O petista diz que não há envolvimento da bancada na fraude, mas de pessoas que usaram as igrejas para montar um esquema eleitoral. Foi Lino Rossi quem teria apresentado os Vedoin a boa parte dos que mais tarde viriam a integrar a máfia.Dos evangélicos, Rossi foi quem mais teria lucrado com a fraude – R$ 3,1 milhões. Segundo a família Vedoin, Carlos Rodrigues também teve participação decisiva na arquitetura da máfia coordenando o grupo de evangélicos e supervisionando o direcionamento de emendas. Segundo a CPI, depois de Rossi, o evangélico que levou a maior propina foi Nilton Capixaba (PTB-RO). Segundo-secretário da Câmara e ligado à Assembléia de Deus, ele teria recebido ao menos R$ 646 mil.” 
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58% da propina foi para evangélicos, diz CPI

58% da propina foi para evangélicos, diz CPI
Mais de um terço da bancada evangélica do Congresso responderá a processo por suposto envolvimento na fraude das ambulâncias

Entre os 23 envolvidos, que receberam juntos R$ 5,3 mi, Lino Rossi (PP-MT) teria sido o primeiro parlamentar a contatar a máfia, diz Vedoin

LETÍCIA SANDER
RANIER BRAGON
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Integrantes da bancada evangélica do Congresso receberam 58% do total da propina repassada a parlamentares pela máfia das ambulâncias, aponta o relatório da CPI dos Sanguessugas aprovado anteontem.
Dos 66 congressistas ligados a igrejas evangélicas tradicionais ou neopentecostais, 23 -mais de um terço da bancada- estão envolvidos nas irregularidades e tiveram a cassação de seus mandatos sugerida.
Juntos, receberam ao menos R$ 5,3 milhões dos cerca de R$ 9 milhões que a família Vedoin afirma ter pago como "comissão" pelo direcionamento de emendas. Dos 23 congressistas, 10 são ligados à Igreja Universal do Reino de Deus, e nove, à Assembléia de Deus.
Nos depoimentos à Justiça Federal e à CPI, Darci e Luiz Vedoin, os donos da Planam, mostram que a bancada dos evangélicos esteve na origem da máfia. Eleito com o apoio da bancada Batista, Lino Rossi (PP-MT) teria sido, segundo eles, o primeiro parlamentar a fazer contato com a Planam.
"Na origem do caso, há dois deputados da base evangélica. É natural que eles chamassem para o esquema aqueles colegas com quem tinham mais contato", disse Walter Pinheiro (PT-BA), da Igreja Batista. Além de Rossi, Pinheiro se refere a Carlos Rodrigues (sem partido-RJ), que era da Universal.
O petista diz que não há envolvimento da bancada na fraude, mas de pessoas que usaram as igrejas para montar um esquema eleitoral. Foi Lino Rossi quem teria apresentado os Vedoin a boa parte dos que mais tarde viriam a integrar a máfia.
Dos evangélicos, Rossi foi quem mais teria lucrado com a fraude -R$ 3,1 milhões. Segundo a família Vedoin, Carlos Rodrigues também teve participação decisiva na arquitetura da máfia coordenando o grupo de evangélicos e supervisionando o direcionamento de emendas.
Segundo a CPI, depois de Rossi, o evangélico que levou a maior propina foi Nilton Capixaba (PTB-RO). Segundo-secretário da Câmara e ligado à Assembléia de Deus, ele teria recebido ao menos R$ 646 mil.
Também acusado pela CPI, Adelor Vieira (PMDB-SC), hoje coordenador da bancada, diz ver uma perseguição em torno dos evangélicos. Questionado sobre o motivo de tantos deputados da bancada estarem envolvidos, disse que "não tem nenhum juízo a esse respeito". Segundo a CPI, Vieira teria recebido pelo menos R$ 40 mil.
Além dos 72 congressistas contra os quais foi pedida a cassação, a CPI apura a atuação de 27 ex-deputados e um ex-senador. Seus nomes foram repassados à Folha pela CPI e devem constar do relatório final. Eles não tiveram seus casos citados anteontem porque não estão no exercício do mandato.
Um exemplo é de Gessivaldo Isaías, que, disse Vedoin, teria recebido R$ 20 mil. Luís Eduardo de Oliveira, o Luisinho, também teria recebido R$ 20 mil, em 2002, disse Vedoin.


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domingo, 29 de novembro de 2015

O Que Buscamos Quando Decidimos ir a uma Igreja?(Templo de pedras).


Essa pergunta que muitas vezes não nos fazemos, tem nos levado a uma visão no mínimo distorcida de qual é a função da igreja na vida daqueles que a procuram.
Quando vemos Yahushua, dando ordem aos seus Apóstolos para irem fazer discípulos batizando – os e ensinando tudo o que Dele aprenderam e mais a frente vendo em Atos dos Apóstolos que todos os que eram agregados a Igreja perseveravam no partir do pão e na doutrina dos Apóstolos, chego a uma simples conclusão:
Yahushua ensinou a seus discípulos tudo o que eles precisavam para crer que:
O Reino de Yahuh é real.
Que Ele, Yahushua, É o filho de Yahuh.
Que Ele, Yahushua, É o único caminho para chegarmos a Yahuh.
Que todo o Poder foi dado a Ele, e Ele repassou a sua igreja, por intermédio do Espirito Santo, para o crescimento e edificação dos santos, mas que o principal não é ter poder e sim ter o nome escrito no Livro da Vida.
Que se não mudarmos de vida, buscando ser cada dia mais parecido com Ele, agindo como Ele agiu, Amando como Ele Amou, ser Santo como Ele é, estaremos negando tudo o Que Ele fez por nós.
Que um dia Ele voltará para buscar a sua Igreja, e que essa é a Igreja dos santos que não amaram mais o mundo ou a sua própria vida, antes amaram a Yahuh e ao Yahushua o Mehushkháy, negando- se dia a dia, tomando sua Cruz.
Expus de forma resumida aquilo que como igreja teríamos que apresentar a todos que nos buscam, porém, por muitas vezes não é o que fazemos. Vivemos dias de imediatismo onde as soluções tem que ser para ontem, onde o ter é melhor que o ser e o agora mais desejado que o porvir.
Buscamos muitas vezes uma igreja para alcançarmos bençãos passageiras sem nos importarmos com as verdadeiramente valiosas. Uma Cura, Uma Libertação, Uma casa, carro, bom emprego, esposa bonita, marido sarado, bençãos financeiras encabeçam o desejo do coração daqueles que tem buscado a Igreja.
O Conhecer a Yahuh e a Yahushua, Mudar de Vida; Ser Santo; Ter Intimidade com o Espírito Santo; Conhecer profundamente a Palavra de Yahuh; Ter o nome escrito no Livro da Vida, Apresentar o Evangelho aos Necessitados. Tudo isso se tornou secundário para boa parte daqueles que buscam a Igreja.

Precisamos orar para que a mente do Povo de Yahuh mude e que comecemos a entender qual é de fato o papel da Igreja e a buscarmos pelos motivos corretos, pois, coremos o risco de vivermos o melhor nessa Terra e sofrermos eternamente no Porvir. A todos os que tem a mesma emunáh (mudado para fé) preciosa que nós temos, e que nos foi dada pela justiça de Yahushua o Mehushkháy, nosso Molkhiúl (Mulquiúl = Grande Rei) e Salvador. 2Que através de um conhecimento cada vez melhor de Yahuh Ul (Iárru Ul) e de Yaohúshua nosso Molkhiúl a sua bondade e a sua paz vos sejam multiplicadas.